sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Críticas e música

    A música tem um papel bastante influente na sociedade, incluindo no que diz respeito á divulgação de críticas. Estamos mais acostumados a ver essas críticas sociais no Rap que contribui imensamente a dar voz ás minorias. Mas também há críticas em diversos outros estilos musicais, com diferentes focos, diferentes raízes e consequentemente diferentes públicos o que de forma alguma diminui sua relevância. Um exemplo muito conhecido é a banda Pink & Floyd, extremamente politizada e com um publico gigantesco, porem, trago aqui uma musica(menos conhecida) de minha preferência, de Marina and the diamonds que é inteiramente uma crítica á sociedade e seus valores.




Link para outro video com traducão: https://www.youtube.com/watch?v=E1i9l2KUIIQ



*Espero que tenham gostado da minha escolha  :)

Arte Déco


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Definição

Art Déco é um estilo artístico de caráter decorativo que surgiu na Europa na década de 1920, atingindo os Estados Unidos e outros países do mundo na década de 1930. Este estilo esteve presente na arquitetura, design industrial, mobiliário, moda e decoração. 

História

A Exposição Internacional de Artes Decorativas e Industriais Modernas, ocorrida em 1925 em Paris, pode ser considerada o auge da Art Déco.

Num primeiro momento (década de 1920) seguiu um estilo mais luxuoso, com uso de materiais como, por exemplo, marfim e jade. Nesta fase, a Art Decó ficou muito ligada aos anseios artísticos e culturais da burguesia europeia. 

Imagem relacionadaNo final da década de 1920, quando ganha força nos Estados Unidos, a Art Déco vai para o caminho do design industrial, utilizando-se de materiais que possibilitam a produção em larga escala. Este aspecto fez a Art Déco chegar a grande parte do povo, invadindo a vida cotidiana.

Imagem relacionadaOrigem do nome

Art Decó é uma expressão francesa, abreviação de arts décoratifs (arte decorativa).

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Características principais:

- Linhas circulares ou retas estilizadas;

- Uso de formas geométricas;

- Design abstrato;

- Formas femininas e animais são as mais trabalhadas;

- Influências do construtivismo, futurismo e cubismo;

- Presença marcante na Arquitetura.

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Denúncias de discurso de ódio online dispararam no 2º turno das eleições, diz ONG


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Os dados, obtidos com exclusividade pela BBC News Brasil, mostram que durante os 21 dias que separaram as duas votações, as denúncias com teor de xenofobia cresceram 2.369,5%, de apologia e incitação a crimes contra a vida, 630,52%, de neonazismo, 548,4%, de homofobia, 350,2%, de racismo, 218,2%, e de intolerância religiosa, 145,13%.

O número total de denúncias mais que dobrou em relação ao pleito de 2014: passou de 14.653 para 39.316 neste ano.
Segundo o Ministério Público Federal, é crime postar na internet, em qualquer plataforma, mensagens que incitem a prática de crimes, "pregando a violência ou o extermínio de grupos e minorias, ou divulgando mensagens de cunho racista".
A SaferNet, que atua desde 2006 na promoção e defesa dos direitos humanos na internet, recebe de maneira anônima e por meio de uma plataforma digital denúncias de atividades cibernéticas que violem esses princípios
A ONG atua em cooperação com o Ministério Público Federal, e a tipificação desses crimes é feita de acordo com o que está no Código Penal e na legislação brasileira.
O salto no número de denúncias de crimes de xenofobia no segundo turno ocorreu, segundo a ONG, principalmente por causa do resultado do primeiro turno das eleições, quando o peso dos votos do Nordeste, em sua maioria pró-Fernando Haddad (PT), fez com que Jair Bolsonaro (PSL) não fosse eleito já naquele dia.
Após o resultado, as redes sociais foram invadidas por comentários como "Nordestino não é gente", "Se o nordestino tivesse a cabeça redonda pensaria melhor" e "Vamos separar o Nordeste do resto do Brasil".
O site denuncie.org.br, que recebe as queixas, registrou 8.009 denúncias de xenofobia entre 7 e 28 de outubro, contra 338 entre 16 de agosto e 7 de outubro.
No mesmo período, as denúncias de apologia e incitação a crimes contra a vida (apologia a tortura, linchamentos, violência física, assassinato etc.) passaram de 1.746 para 11.009; as de homofobia/LGBTfobia, de 422 para 1.478; as de neonazismo (intolerância com base na ideologia nazista de superioridade), de 254 para 1.393; as de racismo, de 531 para 1.159, e as de intolerância religiosa, de 195, para 283.
A única categoria que apresentou uma leve queda no período foi a de violência ou discriminação contra as mulheres. Passou de 1.437 denúncias no primeiro turno para 1.232 no segundo turno, uma queda de 14,26%.
A maior parte do conteúdo denunciado por meio da plataforma da SaferNet estava no Facebook. Entre 16 de agosto e 28 de outubro, 13.592 denúncias foram feitas tendo URLs (os endereços) da rede social. Em segundo lugar vem o Twitter, com 1.509, seguido de Instagram, com 1.088, e do YouTube, com 400.
O Ministério Público Federal tem acesso a todas as denúncias feitas na plataforma da ONG, e a partir desse banco de dados faz suas investigações.
Para o presidente da SaferNet, Thiago Tavares, o aumento na quantidade de denúncias de discurso de ódio reflete a polarização política do País.
"A internet é caixa de ressonância da sociedade. Essas eleições foram muito polarizadas, e isso se refletiu nas redes sociais", diz Tavares à BBC News Brasil.
Segundo ele, o crescimento de denúncias das eleições de 2014 para 2018 também se deve à "produção e difusão em escala industrial de conteúdos enganosos criados para incentivar o ódio, o preconceito e a discriminação".
Para Tavares, a alta circulação de notícias falsas contribuiu para esse aumento do discurso de ódio online.
"Boa parte das fake news tinham alvos claros: mulheres, negros, pessoas LGBT. Então, não surpreendeu que esses grupos fossem vítimas desses ataques", fala.
De acordo com o representante da ONG, houve mais ataques a mulheres no primeiro turno, principalmente por causa do movimento #EleNão - na ocasião, milhares de mulheres foram às ruas pedir para que não se votasse em Jair Bolsonaro, hoje presente eleito, acusando-o de ser misógino e homofóbico, o que ele nega.

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terça-feira, 6 de novembro de 2018

Atualidades- Fogo no museu nacional

Museu Nacional: o que tinha no acervo consumido pelo fogo

O Museu Nacional do Rio de Janeiro,conta com um dos maiores acervos de antropologia e história natural do país - são cerca de 20 milhões de itens.
Localizado na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, é o museu mais antigo e uma das instituições científicas mais importantes do Brasil.
Fundado por Dom João 6º no dia 6 de agosto de 1818, o museu acabou de completar 200 anos.
Atualmente, era administrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, por ser universitário, tinha caráter acadêmico e científico.
Muitas peças do acervo são exemplares únicos - de esqueletos de dinossauros a múmias egípcias, passando por milhares de utensílios produzidos por civilizações ameríndias durante a era pré-colombiana.

Atualidade - motoristas de transporte escolar não estão recebendo pagamento


O serviço de transporte escolar para os alunos de escolas municipais na zona rural de Uberaba está prejudicado por causa da falta de pagamento aos motoristas de vans. A Prefeitura alega que o motivo do atraso é a falta de repasses por parte do Governo do Estado. 
De cerca de 100 motoristas da Cooperativa dos Transportadores de Uberaba (Ubervan), pelo menos 70% já não mais tem condições de levar os alunos e até professores às 11 escolas rurais, segundo o presidente da Ubervan, Paulo 
Os  motoristas, não recebendo o pagamento, não têm como manner o abastecimento e nem a manutenção dos veículos. O pagamento do transporte escolar sofreu atraso relativo a setembro, que deveria ter sido pago no 10º dia til de outubro.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Museu Nacional: o que tinha no acervo consumido pelo fogo

O Museu Nacional do Rio de Janeiro,conta com um dos maiores acervos de antropologia e história natural do país - são cerca de 20 milhões de itens.
Localizado na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, é o museu mais antigo e uma das instituições científicas mais importantes do Brasil.
Fundado por Dom João 6º no dia 6 de agosto de 1818, o museu acabou de completar 200 anos.
Atualmente, era administrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, por ser universitário, tinha caráter acadêmico e científico.
Muitas peças do acervo são exemplares únicos - de esqueletos de dinossauros a múmias egípcias, passando por milhares de utensílios produzidos por civilizações ameríndias durante a era pré-colombiana.

1. Luzia



Entre os itens provavelmente destruídos pelo fogo, está uma das principais atrações do museu: o fóssil humano mais antigo encontrado no Brasil, batizado de Luzia.
Descoberto em 1974 pela arqueóloga francesa Annette Laming-Emperaire, em Minas Gerais, teria 11.300 anos.

2. Sala dos dinossauros

Um dos grandes destaques da coleção de paleontogia é o esqueleto Maxakalisaurus topai, o primeiro dinossauro de grande porte a ser montado no Brasil. A ossada também foi encontrada em Minas Gerais.
Após um ataque de cupins na base de sustentação, em 2017, o Maxakalisaurus topai foi desmontado e guardado em caixas em um canto da sala de dinossauros, que foi fechada. O espaço foi reaberto em julho deste ano, após uma campanha de financiamento coletivo na internet.
Incêndio no Museu Nacional do Rio de JaneiroDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionHidrantes próximos ao Museu Nacional não estavam funcionando, segundo os bombeiros
De acordo com seus catálogos, o Museu Nacional possui uma das mais importantes coleções paleontológicas da América Latina, totalizando 56 mil exemplares e 18,9 mil registros.
A coleção consiste principalmente de fósseis de plantas e animais, do Brasil e de outros países, além de reconstituições e réplicas.

3. Meteorito Bendegó

A coleção conta ainda com o meteorito Bendegó, encontrado em Monte Santo, na Bahia, em 1794. Com 5.260 kg, a peça está na instituição desde 1888.
Por se tratar de um objeto metálico pesado, pode ser um dos poucos itens do museu que tenha sobrevivido às chamas.

4. Caixão de Sha Amun en su

Com mais de 700 peças, a coleção de arqueologia egípcia do Museu Nacional é considerada a maior da América Latina e a mais antiga do continente - com múmias e sarcófagos.
O caixão de Sha Amun en su é uma das atrações mais populares da seção. Trata-se de um presente que Dom Pedro 2º recebeu, em 1876, em sua segunda visita ao Egito.

5. Trono de Daomé

Outra raridade do acervo é o trono do rei africano Adandozan (1718-1818), doado pelos embaixadores do rei ao príncipe regente Dom João 6º, em 1811.

6. Coleção de arqueologia clássica

Uma das coleções mais valiosas do museu é a de arqueologia clássica, composta por 750 peças das civilizações grega, romana e etrusca.
Devido ao tamanho e ao valor, foi considerada o maior do gênero na América Latina.

7. Artefatos de civilizações ameríndias

O acervo de etnologia tinha artefatos da cultura indígena, como objetos raros do povo Tikuna, e afro-brasileira, além de itens de culturas do Pacífico. Havia pelo menos 1.800 artefatos de civilizações ameríndias da era pré-colombiana.
Segundo a historiadora Heloísa Bertol Domingues, o museu foi concebido nos moldes de instituições europeias. Na época da inauguração, quando o local ainda se chamava "Museu Real", Dom Pedro 1º escreveu que o objetivo era "propagar os conhecimentos e estudos das ciências naturais no Reino do Brasil".

Enem - 2018

ENEM 2018 Enem: grupo exibe cartazes contra ansiedade e inseguranças Manifestantes dão apoio aos candidatos que prestam o segundo di...