Este blog é um espaço cultural que tem por objetivo mostrar fatos atuais e aspectos importantes da área de Artes e Atualidades. É mantido por alunos de uma turma de 9º ano A do Ensino Fundamental Maior, do Colégio Clita Batista/2018. Foi construído com o objetivo de levar à sociedade um conjunto de informações e conhecimentos; realizar associações, produzir textos criativos e despertar a consciência crítica.
Atualmente, era administrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, por ser universitário, tinha caráter acadêmico e científico.
Muitas peças do acervo são exemplares únicos - de esqueletos de dinossauros a múmias egípcias, passando por milhares de utensílios produzidos por civilizações ameríndias durante a era pré-colombiana.
Sem pagamento, motoristas do transporte escolar de Uberaba encontram dificuldades para manter serviço
Presidente da Ubervan explicou a situação; secretário de Finanças disse em entrevista ao MG1 que motivo do atraso é a falta de repasses por parte do Governo do Estado.
O serviço de transporte escolar para os alunos de escolas municipais na zona rural de Uberaba está prejudicado por causa da falta de pagamento aos motoristas de vans. A Prefeitura alega que o motivo do atraso é a falta de repasses por parte do Governo do Estado.
De cerca de 100 motoristas da Cooperativa dos Transportadores de Uberaba (Ubervan), pelo menos 70% já não mais tem condições de levar os alunos e até professores às 11 escolas rurais, segundo o presidente da Ubervan, Paulo
Os motoristas, não recebendo o pagamento, não têm como manner o abastecimento e nem a manutenção dos veículos. O pagamento do transporte escolar sofreu atraso relativo a setembro, que deveria ter sido pago no 10º dia til de outubro.
Atualmente, era administrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, por ser universitário, tinha caráter acadêmico e científico.
Muitas peças do acervo são exemplares únicos - de esqueletos de dinossauros a múmias egípcias, passando por milhares de utensílios produzidos por civilizações ameríndias durante a era pré-colombiana.
1. Luzia
Entre os itens provavelmente destruídos pelo fogo, está uma das principais atrações do museu: o fóssil humano mais antigo encontrado no Brasil, batizado de Luzia.
Descoberto em 1974 pela arqueóloga francesa Annette Laming-Emperaire, em Minas Gerais, teria 11.300 anos.
2. Sala dos dinossauros
Um dos grandes destaques da coleção de paleontogia é o esqueleto Maxakalisaurus topai, o primeiro dinossauro de grande porte a ser montado no Brasil. A ossada também foi encontrada em Minas Gerais.
Após um ataque de cupins na base de sustentação, em 2017, o Maxakalisaurus topai foi desmontado e guardado em caixas em um canto da sala de dinossauros, que foi fechada. O espaço foi reaberto em julho deste ano, após uma campanha de financiamento coletivo na internet.
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionHidrantes próximos ao Museu Nacional não estavam funcionando, segundo os bombeiros
De acordo com seus catálogos, o Museu Nacional possui uma das mais importantes coleções paleontológicas da América Latina, totalizando 56 mil exemplares e 18,9 mil registros.
A coleção consiste principalmente de fósseis de plantas e animais, do Brasil e de outros países, além de reconstituições e réplicas.
3. Meteorito Bendegó
A coleção conta ainda com o meteorito Bendegó, encontrado em Monte Santo, na Bahia, em 1794. Com 5.260 kg, a peça está na instituição desde 1888.
Por se tratar de um objeto metálico pesado, pode ser um dos poucos itens do museu que tenha sobrevivido às chamas.
4. Caixão de Sha Amun en su
Com mais de 700 peças, a coleção de arqueologia egípcia do Museu Nacional é considerada a maior da América Latina e a mais antiga do continente - com múmias e sarcófagos.
O caixão de Sha Amun en su é uma das atrações mais populares da seção. Trata-se de um presente que Dom Pedro 2º recebeu, em 1876, em sua segunda visita ao Egito.
5. Trono de Daomé
Outra raridade do acervo é o trono do rei africano Adandozan (1718-1818), doado pelos embaixadores do rei ao príncipe regente Dom João 6º, em 1811.
6. Coleção de arqueologia clássica
Uma das coleções mais valiosas do museu é a de arqueologia clássica, composta por 750 peças das civilizações grega, romana e etrusca.
Devido ao tamanho e ao valor, foi considerada o maior do gênero na América Latina.
7. Artefatos de civilizações ameríndias
O acervo de etnologia tinha artefatos da cultura indígena, como objetos raros do povo Tikuna, e afro-brasileira, além de itens de culturas do Pacífico. Havia pelo menos 1.800 artefatos de civilizações ameríndias da era pré-colombiana.
Segundo a historiadora Heloísa Bertol Domingues, o museu foi concebido nos moldes de instituições europeias. Na época da inauguração, quando o local ainda se chamava "Museu Real", Dom Pedro 1º escreveu que o objetivo era "propagar os conhecimentos e estudos das ciências naturais no Reino do Brasil".
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
ART NOUVEAU:
A "Art Nouveau" (Arte Nova) é um estilo artístico modernista manifestado nas artes plásticas, artes decorativas (cerâmica, vidraria), artes gráficas, arquitetura, escultura e design.
Ela é marcada pelo uso de materiais como madeira, vidro, ferro e cimento e seu estilo foi muito utilizado na arquitetura, ilustração, decoração, móveis.
Além disso, a Art Nouveau é caracterizada pela presença de linhas ondulantes e dinâmicas, a fim de transmitir a ideia de movimento. Seu estilo se aproximada da estética naturalista o qual é composto por formas orgânicas relacionadas com a natureza.
A origem foi influenciada pelo movimento inglês "Arts and Crafts", a Art Nouveau teve início na França em finais do século XIX.
O termo "Art Noveau" surgiu em 1900, em Paris. Na altura, foram expostos objetos, móveis, tapeçarias, na galeria de arte “Mason Art Nouveau” (Casa da Arte Nova) do decorador Siegfried Bing (1838-1905)
Esse estilo prevaleceu em destaque até o final de 1910 sendo substituído pela "Art Déco".
Algumas características dessa obra são;
- Utilização de conhecimentos nas áreas da física e da matemática.
- Uso de materiais como: ferro, vidro, madeira e cimento.
- Presença da figura feminina e das cores frias nas artes plástica.
& outras.
Romantismo é uma escola literária do século XIX. Surge na Alemanha, num movimento chamado Sturm und Drang (tempestade e ímpeto). Esse movimento se baseia na emoção exacerbada e se opõe ao equilíbrio artificial do arcadismo. Da Alemanha, o movimento se espalha pela Inglaterra e França, alcançando toda a Europa.
A estética romântica é burguesa por excelência. Seu contexto histórico nos remete à Revolução Francesa que levou a burguesia ao poder. Era preciso uma arte que fomentasse o espírito burguês. Assim, o homem romântico defendia uma estética totalmente oposta à árcade (considerada estética da nobreza) valorizando a expressão do sentimento em oposição à valorização da razão; a inspiração poética em detrimento ao convencionalismo amoroso árcade. Os românticos não viam mais a natureza como objeto de imitação, como os árcades, mas sim como objeto de inspiração. Dar vazão ao sentimento era fundamental.
O termo transvanguarda entra no vocabulário artístico com o livro A Transvanguarda Italiana, 1980, de Achille Bonito Oliva, para designar uma tendência da arte italiana exemplificada por artistas como Francesco Clemente, Mimmo Palladino, Enzo Cucchi, Sandro Chia e Nicola de Maria. A nova orientação deve ser lida no interior do chamado neo-expressionismointernacional dos anos 1970, sobretudo em suas faces alemã e norte-americana. Na Alemanha, destacam-se os trabalhos de Jörg Immendorff, George Baselitz, A.R. Penck e Anselm Kiefer. As memórias da guerra, as marcas deixadas pelo nazismo no país e a tematização de certa identidade nacional problemática são referências para os quatro artistas, ainda que os temas conheçam inflexões distintas em cada um deles. Nos Estados Unidos, os nomes de Julian Schnabel, Robert Longo e Jonathan Borofsky podem ser lembrados como representantes de uma leitura particular do neo-expressionismo.
Na Itália, o desenvolvimento de uma tendência neo-expressionista na arte é tributária de sugestões inscritas na arte povera, sobretudo do destaque que confere às forças primárias da natureza e à tematização do lugar do homem como um elemento, entre outros, da natureza mais ampla. Os trabalhos reunidos na transvanguarda - em geral, pinturas e esculturas -, mesmo que apresentem dicções distintas, e defendam a vitalidade dessas diferenças como um valor, compartilham algumas preocupações e orientações. De modo geral, os artistas realizam trabalhos figurativos em que o corpo humano tem presença destacada. Não é à toa que Clemente sublinha sua admiração por aqueles que "pensam com seus corpos". Os corpos que povoam essas telas ora se apresentam em primeiro plano de forma vigorosa - como em certos trabalhos de Sandro Chia, O Carregador de Água, 1981, por exemplo -, ora se esvanecem dando lugar a figuras algo fantasmáticas como em Não Deve Ser Dito, 1981, de Cucchi. Nota-se também em vários desses trabalhos um movimento entre os tons irônico e trágico, que o Pequeno Diabo eFilho do Filho, 1981, ambos de Chia, exemplificam de modo nítido. As telas construídas de modo geral com cores e pinceladas vigorosas abrigam, volta e meia, zonas de escuridão, deixando entrever a tentativa de equilibrar tendências opostas, na forma e no conteúdo. Contra a idéia de plano e projeto, assim como de uma tendência a pensar a história da arte como evolução linear, os artistas borram as hierarquias entre diferentes linguagens, entre "alta" e a "baixa" cultura, não conferindo privilégio a nenhum estilo e recuperando, até mesmo, perspectivas descartadas. As obras tendem à fragmentação e à combinação eclética, de distintas referências. O Carregador de Água, alude simultaneamente às alegorias barrocas, à face decorativa da obra de Marc Chagall, às gravuras japonesas e aos trabalhos de Cy Twombly, o que revela a combinação de tendências e períodos diferentes da história da arte.
O termo transvanguarda entra no vocabulário artístico com o livroA Transvanguarda Italiana, 1980, de Achille Bonito Oliva, para designar uma tendência da arte italiana exemplificada por artistas como Francesco Clemente, Mimmo Palladino, Enzo Cucchi, Sandro Chia e Nicola de Maria. A nova orientação deve ser lida no interior do chamadoneo-expressionismointernacional dos anos 1970, sobretudo em suas faces alemã e norte-americana. Na Alemanha, destacam-se os trabalhos de Jörg Immendorff, George Baselitz, A.R. Penck e Anselm Kiefer. As memórias da guerra, as marcas deixadas pelo nazismo no país e a tematização de certa identidade nacional problemática são referências para os quatro artistas, ainda que os temas conheçam inflexões distintas em cada um deles. Nos Estados Unidos, os nomes de Julian Schnabel, Robert Longo e Jonathan Borofsky podem ser lembrados como representantes de uma leitura particular do neo-expressionismo.
Na Itália, o desenvolvimento de uma tendência neo-expressionista na arte é tributária de sugestões inscritas na arte povera, sobretudo do destaque que confere às forças primárias da natureza e à tematização do lugar do homem como um elemento, entre outros, da natureza mais ampla. Os trabalhos reunidos na transvanguarda - em geral, pinturas e esculturas -, mesmo que apresentem dicções distintas, e defendam a vitalidade dessas diferenças como um valor, compartilham algumas preocupações e orientações. De modo geral, os artistas realizam trabalhos figurativos em que o corpo humano tem presença destacada. Não é à toa que Clemente sublinha sua admiração por aqueles que "pensam com seus corpos".
Embora tenha surgidona Itália, o movimento influencia releituras do passado em países como EUA, a França e principalmente a Alemanha, que estava devastada após a Segunda Guerra.